Opiniões, debates e posições. Direto da terra dos sonhos…e da rapadura

Edenilson

Uma experiência legislativa

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Foto: Cláudio Franken

Durante o mês de fevereiro deste ano, tive uma grande oportunidade. Fui chamado a assumir o cargo de vereador no Município de Santo Antônio da Patrulha. Nas eleições de 2016, eu havia concorrido pelo PT, em uma coligação proporcional com o PTB. Os 553 votos que obtive, me garantiram a segunda suplência dentro da coligação.

Por conta disso, o vereador Marcelo Gaúcho (PTB), abriu mão de um mês do seu mandato, assim como a primeira suplente, Professora Glória Terra (PTB), para que eu tivesse essa experiência legislativa.

Nesse período, eu estava de férias da prefeitura (sou servidor público municipal desde 2006), o que me deu mais possibilidade de conversar com pessoas, atendendo tanto na Câmara quanto na rua.

Foto: Arquivo pessoal – Edenilson Costa

Logo que assumi, em 06/02/2018, informei ao pessoal do partido, amigos, apoiadores e colegas de trabalho, que iria precisar de todos para pôr em prática a proposta da nossa campanha, o “Mandato Compartilhado”. Eu tinha esse compromisso de honra e a consciência de que jamais teria chegado à Câmara sem essas pessoas e que não estaria ali para me representar, mas para representar um projeto democrático, participativo e interessado no bem comum e na coletividade.

Talvez esse tenha sido o diferencial deste curto mandato. A partilha de ideias, o debate, o encontro, o diálogo, visita a entidades e o assessoramento por parte dos amigos ligados ao gabinete do Deputado Estadual Zé Nunes, geraram os pedidos de informação, as indicações e os projetos de lei. Nada feito de maneira isolada, sem pensar, por impulso, ou escondida, mas de maneira transparente, coletiva para o coletivo.

Foto: Assessoria de Comunicação – STR-SAP

Tratamos sobre mobilidade urbana, através da indicação de instalação de ciclofaixas nas próximas ruas a serem pavimentadas; a partir de uma conversa com agricultores e uma visita ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais, propusemos  incentivos à agricultura familiar, por meio de indicação de lei que garanta a aquisição de produtos da agricultura familiar para a merenda escolar, apoio à estruturação de feiras e na regularização fundiária no meio rural; de valorização da cultura, propondo mais autonomia ao Conselho Municipal e Cultura e a valorização dos Ternos de Reis, tornando-o patrimônio imaterial do Município; pensamos na sustentabilidade ao propor projeto de lei que verse sobre o uso racional da água e sua reutilização, principalmente nos prédios públicos; iniciamos também o debate quanto a forma de estagiários no Poder Público, propondo que sua entrada fosse por meio de realização de provas em processo seletivos e não mais através de indicações, incluindo cotas a estudantes negros e com necessidades especiais.

Tivemos outras preocupações, pedindo esclarecimentos quanto a investimentos em educação, atendimentos na área da saúde e sugestões com relação ao transito, porém, nosso foco, foi muito mais em questões futuras, com pensamento à médio e longo prazo.

Foi um período também para me unir aos meus colegas servidores públicos, buscando união da categoria, participando de assembleia, reuniões e manifestações com o objetivo de suscitar o debate em torno dos problemas da gestão municipal e da necessidade de valorização e respeito ao servidor e ao serviço público, alvo e ataques por alguns meios de comunicação que acabam por influenciar a opinião pública.

Enfim, uma experiência que se leva para a vida toda. Um aprendizado e uma lição a ser seguida, de que a luta pelo coletivo, pelo bem comum e por uma sociedade mais igualitária, justa e democrática é um caminho a ser trilhado diariamente.

Que venham mais momentos como esse, pois tenho a certeza de poder sempre contar com pessoas que comungam deste mesmo ideal.

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Por uma educação humanizada

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Muito se tem falado nos últimos dias em doutrinação ideológica e escola sem partido. Penso que a educação é muito maior do que isso. Estou longe de ser um estudioso da educação em si. Minha experiência como professor é bem recente, atuo a pouco mais de três anos em uma escola particular, mas consegui absorver ao longo desse tempo, através de formações, leituras e também como pós-graduando em Ensino de Sociologia, algum entendimento sobre o assunto.

Dos textos que tive a oportunidade de ler nos últimos tempos, o que mais me chamou atenção foi o “Educar para Humanizar”, do Chico Alencar. Um texto bastante provocativo e reflexivo, afinal, educar para quê? Formar bons profissionais e servir ao “deus mercado”, ou buscar uma educação com o sentido de humanizar nossas crianças e jovens?

Com tantos problemas sociais, políticos, econômicos, ambientais e tantos outros, não vejo outra função para a educação que não seja a de querer tornar nossas crianças e jovens, melhores do que somos. É impossível desconectar a escola de todos esses problemas, como se estivesse em um universo paralelo.

Precisamos sim tornar nossas crianças mais humanas! Sensíveis a fome, a violência, as inúmeras formas de preconceitos, a desigualdade social, a poluição…

Uma educação que seja eficaz e não só eficiente. Uma educação de princípios coletivos, cooperativos. Uma educação que forme médicos para tratar pessoas e não doenças, economistas que diminuam as desigualdades sociais e engenheiros que tenham como meta a acessibilidade em todos os seus projetos, em todos os sentidos.

Penso que essa é a luta que vale a pena. Lutemos, pois, por uma educação humanitária!

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Manifesto em Defesa da Democracia de Santo Antônio da Patrulha

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IMG-20160414-WA0024MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA – COMITÊ SANTO ANTÔNIO DA PATRULHA-RS

“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.” Eduardo Galeano
Algumas pedras no caminho da jovem democracia brasileira… pedras, estas, que jamais deverão interromper a caminhada daqueles que sonham com justiça e liberdade!
Conquistamos com muita luta o direito de participar do sistema político escolhendo representantes. Com eleições livres, exercemos nosso poder de escolha e elegemos a presidenta DILMA ROUSSEFF. Agora, boa parte da classe política, movida por interesses pessoais, em cooperação com setores reacionários da sociedade brasileira, prepara um GOLPE que visa a derrubada do governo escolhido pela maioria dos cidadãos brasileiros.
Não podemos aceitar passivamente o que se apresenta. Nossas consciências políticas e nossos ideais clamam por atitudes. A mobilização popular se faz necessária e urgente em defesa do direito fundamental ao voto e à participação na vida pública.
Não se trata aqui de defender um partido, uma ideologia: a NOSSA LUTA É EM DEFESA DA DEMOCRACIA BRASILEIRA! Os votos de milhões de brasileiros não podem ser ignorados. Como cidadãos, temos não apenas o direito de manter o governo que livremente escolhemos, mas o DEVER de por ele lutar!
Não é o governo do Partido dos Trabalhadores que está na “corda bamba”: são nossos direitos e liberdades! Por isso, lutamos e convidamos a todos os cidadãos a se envolverem na nossa causa. O sonho ainda está longe de ser realizado! A esperança é o que nos move!
Por isso os integrantes do Comitê em Defesa da Democracia de Santo Antônio da Patrulha são totalmente contra qualquer tipo de ameaça a nossa democracia. Tudo o que for contra os direitos constitucionais é GOLPE.
Com compromisso e responsabilidade! CAMINHEMOS!
Assinam:

Alencar Massulo de Oliveira – Arquiteto
Istela Foss, Professora.
Eliel marques- Estudante Universitário
Júlia Rizza- Estudante Universitária
Edgar Costa – Diretor CUT
Mariane da Cruz Pinto, Estudante Universitária
Reinaldo Costa- Estudante Universitário
Daiana Buhler – Babá
José Samuel da Silva Santos- Agricultor, Tecnólogo em Des. Rural
Sérgio Paulo de Fraga – Professor
Gustavo Gil Peres – Advogado
Carla Rodrigues Moraes – Estudante
Diego Portal – Vendedor
Luiz Guilherme Vargas da Silva – Fotógrafo
Diones Eduard Buhler – Advogado
Paula Cardoso de Lucena – Professora
Luiza Araújo – Estudante Universitário
Alex Leonardi – Economista, Professor Universitário.
Emanuele Gonçalves – Massoterapeuta, Estudante Universitária
Edenilson dos Santos Costa- Servidor Público/Professor de História
Carlos R. M. Peixoto, Professor Universitário
Edson Monticelli – Tecnólogo em Des. Rural
Arnaldo Bühler- Agricultor
Sônia Dalmar Braga Ramos- Professora
Sara Fraga – Administradora de Empresas e Estudante Universitária
Odilon Ramos – Radialista
Anelise Ramos – Massoterapeuta
Max Luan Fraga de Souza – Autônomo
Mariana Tozato – Estudante Universitária
Zaida M. Miranda Buhler – Cuidadora de Idosos
José Carlos dos Santos Oliveira – Bancário Aposentado
Augusto de Fraga Cardoso – Professor
Alexandre Malta- Ator
Ronaldo Borba- Tecnólogo em Des. Rural
Janete M. Adamski – Bióloga

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